🏀 Se torcedores e jornalistas esportivos precisavam de um milagre para defender a canonização das mãos de Oscar Schmidt, podem ter como argumento o que aconteceu em 23 de agosto de 1987, diante de cerca de 16 mil pessoas, em Indiana, nos EUA. Contra todos os prognósticos, o jogador de basquete apelidado de Mão Santa conduziu a seleção brasileira para uma façanha mais lembrada do que o bicampeonato mundial de 1959 e 1963.⠀
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🏅 Inventores desse esporte e invictos em casa, os anfitriões eram hegemônicos e favoritos a mais um título. Porém, o Brasil conseguiu uma improvável virada na final do torneio masculino dos Jogos Pan-Americanos, em Indianápolis, uma cidade simbólica para o basquete dos EUA.⠀
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🖤 Oscar, falecido na sexta-feira (18/4), aos 68 anos, com uma parada cardiorrespiratória, em São Paulo, sempre negou a santidade das suas mãos. Creditava sua pontaria à exaustiva repetição nos treinamentos. Não queria ser um exemplo pelo talento, e sim pela dedicação, que ele defendia como possível para qualquer pessoa.⠀
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